A Associação Nacional dos Inventores existe há mais de 36 anos para reduzir a distância entre o que o inventor brasileiro cria e o que chega às mãos das pessoas. Se você tem uma ideia (com ou sem patente), e não sabe como transformá-la em negócio, nós podemos ajudar.
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A proteção de uma patente de invenção tem duração máxima de vinte anos a partir da data do pedido de depósito. Depois disso, qualquer pessoa pode usar a tecnologia livremente. Quem não fez nada nesse período começa do zero.
A partir do terceiro ano após o depósito, o titular paga uma taxa anual para manter a patente ativa. Quem não paga perde a proteção — e não há aviso prévio do INPI. A obrigação é do titular acompanhar.
Se a invenção não for fabricada no Brasil nos três anos seguintes à concessão, qualquer empresa pode pedir autorização para produzi-la independentemente do que o inventor queira. A lei chama isso de uso não exercido.
Lei 9.279/96, arts. 40, 68, 78, 80, 84 e 86. Esta seção tem caráter informativo e não substitui orientação jurídica especializada.
A ANI é uma associação de inventores. Quem chega aqui não contrata um prestador de serviço, entra numa casa que reúne gente que passou pelo mesmo caminho.
O Museu das Invenções está aberto à visitação há trinta anos, com o que inventores brasileiros criaram.
Tempo suficiente para ver invenção parar por falta de mercado, por prazo perdido, por apresentação malfeita e por teimosia.
"Nem todos que tentaram negociar conseguiram, mas todos que conseguiram tentaram." Carlos Mazzei, presidente da ANI
"Quando a ideia é boa, o dinheiro aparece." Carlos Mazzei, presidente da ANI
O mais comum é o inventor pagar a taxa do INPI todo ano e aguardar que alguém apareça interessado. Essa espera parece neutra, mas ela é uma decisão, tomada de novo a cada ano, e tem custo.
O inventor independente costuma financiar a invenção do próprio bolso, ouvir em casa que aquilo é teimosia, e não ter com quem conversar sobre o assunto sem se sentir avaliado.
Depois de anos sem resultado, muita gente para de falar da própria invenção, para não precisar explicar de novo por que ainda não deu certo.
Aqui isso não precisa ser explicado. A ANI convive com inventores há mais de 36 anos e conhece esse percurso, incluindo as partes em que ele não avança.
Qual caminho serve para a sua invenção depende de quanto do prazo já correu, de quantas indústrias atuam no setor e do que você pretende para os próximos anos. Os caminhos possíveis são quatro: uma indústria fabricar e remunerar você por unidade vendida, fabricar por conta própria, vender a patente, ou encerrar por decisão fundamentada. Qual deles se aplica a você é assunto de quem vai analisar a sua situação.
Um inventor pagou milhares de reais para registrar uma patente internacional com um escritório que encontrou no Google. Quando conheceu a ANI, disse: "Eu deveria ter conhecido vocês antes."
Outro inventor, sem dinheiro próprio, conseguiu cinco investidores para fazer a patente internacional porque a ideia era boa.
Se você chegou até aqui e ainda tem dúvidas, o caminho mais direto é uma conversa.
Falar no WhatsApp"Uma invenção que ninguém fabrica não deixa de ser uma boa ideia. Ela apenas deixa de ser útil para alguém."
Associação Nacional dos Inventores — mais de 36 anos.
Museu das Invenções aberto ao público desde 1996.